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terça-feira, 2 de janeiro de 2018

ThunderLord - Discografia

A gama gigantesca do Metal é impressionante para qualquer um que possa admira-lá. E o metal épico tem se mostrado uma potência quando nos referimos ao Brasil, afinal, existem muitas bandas do estilo, e que possuem uma qualidade maravilhosa! É uma delas a ótima ThunderLord. A banda originária de Londrina, Paraná, já possui em sua discografia, o disco "Barbarian" de 2014. O mesmo, foi totalmente gravado por Peter Kelter, idealizador e dono da banda. O disco ainda conta com os Backing vocals de Arthur Migotto (Ex-Hazy Hamlet) em algumas faixas. E basicamente se baseia em um heavy metal cru, com bases mais arrastadas, uma bateria simples e um vocal rouco e forte, o que se encaixa muito bem na temática medieval da banda. As letras sangrentas e baseadas em batalhas e estilo de vida bárbaro dão atmosfera e sentido a este trabalho, simples, mas surpreendente. Porém a invasão sulista e barbara não parou apenas em um único disco independente. E em 2017, Peter Kelter, agora unido com outros guerreiros do bom e velho Heavy Metal, lança o belo "Conqueror". O disco conta com 9 hinos épicos e uma introdução bem característica, criada por Yuri Fulone. O peso e as características épicas da banda são mais assimiladas agora, devido a uma melhora na gravação e mixagem do álbum. As guitarras pesadas e carregadas de overdrive, criam uma atmosfera obscura e sanguinária para a faixa-título "Conqueror". Em "The Blade Sings" o instrumental segue abrasivo, com peso e qualidade. Cavalgadas tomam conta da música, e o vocal em coro no refrão caracteriza mais ainda o trabalho da banda.


Não irei mencionar faixa a faixa, pois quero dar esse gosto de ouvir o disco a cada um dos leitores, apenas irei mencionar os pontos altos de algumas músicas selecionadas por este que vos escreve. Além das duas músicas já descritas, cito as qualidades apresentadas em "One for All, All for One" que se trata de uma faixa com uma letra mais histórica, falando dos mosqueteiros. E para não deixar de lado, o instrumental novamente pesado, destaca o solo bem técnico e que se encaixa bem ao peso da banda. O disco ainda apresenta a bela "In My Sword I Trust" que é claramente inspirada no estilo áureo do Manowar (The Sign of The Hammer, Fighting The World, Hail to England), claro que com vocais mais pesados e roucos, por isso algumas adaptações foram claramente feitas. Ótima faixa para fãs do metal rápido e bem tocado.

As últimas duas músicas escolhidas para serem lembradas aqui são duas músicas que claramente marcaram a história da banda. "Nightriders" reúne todos os elementos apresentados pela banda, peso, cadência, técnica, cavalgadas e muita brutalidade. E a música de fechamento do disco, possui épicos 7 minutos de duração, e apresenta a cadência tão amada pelos fãs de quase todos os estilos de metal. Além disso, a música ainda possui a participação de monstros como Fábio "Grey Wolf" Paulinelli e Arthur Migotto. A música realmente gruda em nossa cabeça e carrega nosso tímpanos de uma atmosfera arrasadora.

Realmente, o metal brasileiro ainda briga por um espaço no mundo. Bandas como ThunderLord, Grey Wolf, Hazy Hamlet, Cruzadas, Cavaleiro Dragão, Hellish War, Válvera, Biter, Sweet Danger, Vingança Suprema, e muitas outras, merecem ser ouvidas, e compartilhadas, ajudadas por nós, fãs e consumidores do bom e velho metal! Façam sua parte como fãs, comprem o material, vão aos shows e mantenham a chama do Metal vivo!


Tracklist 'Barbarian':
1.Barbarian 
2.Guardians of the Town
3.Thunderlord
4.Blood and Revenge
5.Smith, Weasson & Me
6.Ivanhoe
7.Viking Pride
8.Metal till Death

Membros:
Peter Kelter - Vocals, Guitars, Bass

Membros convidados:
Arthur Migotto - Backing Vocals
Alexandre Bressan - Drums Programming, Guitars (Track 5)

Tracklist 'Conqueror':
1.Intro: Way of Victory
2.Conqueror
3.The Blade Sings
4.Loyal Friend
5.One for All, All for One
6.Woman Wet & Wild 
7.In My Sword I Trust
8.The Nightrider
9.Pathfinder's Proud Heart 
10.Fire in the Sky

Membros:
Peter Kelter - Vocals, Guitars
Gabriel Pereira - Bass
Júnior Bonora - Guitars
Victor Oliveira - Drums

Membros convidados:
Yuri Fulone - Keyboards
Fábio Paulinelli - Vocals
Arthur Migotto - Vocals

Redigido por Yurian Paiva

Página da banda para contato e merchandising:

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Dark Avenger - Tales Of Avalon: The Lament (2013)

2013 foi um ano memorável para o metal nacional, afinal de contas, foi o ano que o lendário Dark Avenger quebrava o silêncio de quase 10 anos desde seu último lançamento em 2013, o EP "X Dark Years". E o trabalho apresentado, foi a continuação do disco de 2001, "Tales of Avalon: The Terror", baseado em uma peça escrita por Mário Linhares. "Tales of Avalon: The Lament" é um disco conciso e bem construído, com 11 belas canções que marcam uma boa evolução e amadurecimento da banda. O Dark Avenger é uma banda que busca sempre fugir da mesmice, algo já observado desde seu primeiro lançamento, seu disco alto-intitulado. O Power Metal brasileiro se classifica por ser muito melódico e enjoativo (em alguns pontos). Porém, o que ouvimos ao escutar o disco "The Lament" é algo totalmente diferente, um instrumental com peso toma conta da cena, seguido de um vocal poderoso e bem único! Se fosse escolher uma palavra para descrever tal disco, seria cativante... 



O compacto lançado via Voice Music, abre com a bela "From Father to Son", que conquista logo em sua introdução em um coro acompanhado de órgão, ambientando algo mais cerimonial ou religioso (vide o fato de um órgão ser um instrumento facilmente associado a igrejas antigas). O instrumental mais cadenciado e bem construído onde as guitarras são mais pesadas e acompanhadas de uma bateria mais suave, o que impulsiona as vocalizações de Mário Linhares. Os méritos desse disco são todos voltados para a banda como um grupo, pois é impossível ouvir este cd e encontrar apenas um responsável pela qualidade. A segunda faixa do disco é a veloz "Doomsday Night", que como um golpe rápido e direto, encaixa perfeitamente na audição do disco, dando energia e técnica ao lançamento da banda. As cordas de Leonel, Jeff e Gustavo trabalham de forma harmoniosa com cozinha mais rápida do grande Kayo John e dão um peso surpreendente a faixa. Já em "The Knight On The Hill" temos o contraste com o peso da faixa anterior, pois a faixa se apresenta mais leve, com um instrumental mais lento, e com um pouco menos de peso, sendo mais melódico, porém sem passar o limite e se tornar enjoativo. Seguindo a mesma linha lenta, a faixa mais cadenciada do disco se inicia, a boa "Broken Vows", que com um peso mais evidente, explora bem a versatilidade vocal de Mário.


Novamente, a quebra da atmosfera mais densa do disco é feita pelas belas "Stronger than Death" e "Can You Feel It?". Destaco, portanto, a última faixa mencionada, afinal, seu instrumental transmite uma bela sensação nostálgica e calma. Sua letra, é linda, e combina bem com todo trabalho lírico da faixa. "Utther Evil" retoma o peso do início do disco, mas dessa vez sendo um pouco mais progressiva que as músicas anteriores, e nos dando base para a faixa que procede esta, "Sicorax Screm". Ouvimos aí, um metal mais rápido, com bases técnicas, acompanhadas pela bateria com sequências e viradas mais intensas. Se aproximando do fim do disco, a faixa de número 9, é composta por um trio de grandes nomes que completam o grupo do DA. Esses nomes, são os irmãosEdu e Tito Falaschi e a bela vocalista Clarissa Moraes. Não posso dizer nada sobre esta faixa, "Dead Yet Alive", pois não existe palavras para descrever quão bela ela é! Em sequência, a faixa de que apenas é composta de piano e vocais, "And So Be It", aquece o coração para o final do disco. E para finalizar um cd tão bom, por que não finalizar com uma música do mesmo padrão? "The Thousand Ones" possui todos os elementos para o encerramento de um disco, dando um gosto de quero mais. Peso, qualidade, técnica, combinação, alcance vocal e muito feeling é combinado em uma receita infalível, o Power Metal único do Dark Avenger!

Com toda certeza, a banda luta com força até hoje para manter vivo seu legado, que por sinal é tão bem feito. "Tales of Avalon: The Lament" foi apenas mais um degrau que alavancou a banda para a qualidade e madureza que hoje mostram. Afinal de contas, toda a evolução necessita de uma base, e se a base é sólida é bem construída, a evolução progride firme e sem erros. Como no caso do Dark Avenger, podemos analisar álbum por álbum, e perceber o quanto a banda se tornou tão boa, tanto instrumentalmente quanto liricamente. Os 10 anos de hiato criativo foram bons para esses brasilienses, que hoje estão atingindo ápices criativos magníficos!


Track-list:
1.From Father to Son
2.Doomsday Night
3.The Knight on the Hill
4.Broken Vows
5.Stronger than Death
6.Can You Feel It?
7.Utther Evil
8.Sicorax Scream
9.Dead yet Alive
10. And So Be It...
11.The Thousand Ones

Line-up:
Gustavo Magalhães - Bass
Mário Linhares - Vocals
Kayo John - Drums
Leonel Valdez - Guitars
Jeff Castro - Guitars

Redigido por Yurian Paiva

terça-feira, 31 de outubro de 2017

China Lee & Salário Mínimo - Entrevista

Corria o ano de 1977. Um jovem guitarrista, oriundo da Vila Maria, zona norte da Capital paulista, Junior Muzilli, resolveu montar uma banda para tocar o heavy metal e o hard rock de que tanto gostava. Apareceu um cantor, China Lee. Estava formada a espinha dorsal do que viria a ser o Salário Mínimo, na época, que não era para ser levado a sério. Mas os meninos eram esforçados, o som era legal e começaram a tocar ao vivo. Em 1981, a coisa começou a ficar séria. A formação estabilizou-se com a adição do baixista Magoo e do baterista Beá, e a partir daí desandaram a fazer shows, gravar discos, fazer sucesso. Entraram em hiato, voltaram e hoje, 40 anos depois daquele despretencioso começo, o vocalista China Lee atendeu gentilmente ao Terreiro do Heavy Metal para contar esta bela história, com exclusividade.

O repórter escalado para esta matéria acompanhou de perto a primeira fase da carreira do Salário Mínimo e é a respeito deste princípio que Chilna Lee disserta: "Bem; quem começou com o Salário Mínimo foi o Junior Muzilli, que teve a ideia de montar a banda. Cheguei depois. À princípio não era nada muito sério. Era mais para fazer um som, mesmo, mas, aos poucos foi ficando sério. Chegaram o Magoo no baixo e o Beá na bateria e começamos a fazer shows de verdade, lá por 1981. Começamos a tocar em tudo que era lugar, como você mesmo assistiu vários destes shows. Teatro Lira Paulistana, Teatro Idema, Madame Satã, Teatro Mambembe, Fofinho, Led Slay, enfim, todo o circuito que havia na época, que você conheceu bem. Foram muitos shows, que foram chamando a atenção do público, em especial, o feminino, que ia em grande quantidade. A gente tinha este carisma com o público feminino e, sabe como é; show com bastante mulher, a galera vai em peso e os nossos shows lotavam, o que ajudou muito, porque, você deve lembrar que, naquele tempo, a melhor divulgação era o boca-a-boca".

Realmente; eram tempos rudimentares e quem ia a algum show e curtia, contava aos amigos e assim, o público ia crescendo, show a show. China Lee segue recordando: "Tocamos em diversos locais e eventos. Até que em 1984, na extinta Praça do Rock (N.R.: Evento que ocorria mensalmente na Concha Acústica do Parque da Aclimação, na região central da Capital Paulista, organizado pelo músico Darlan Jr.), o Luis Carlos Calanca (N.R.:proprietário da loja e gravadora Baratos & Afins) gostou do nosso show. Dali nasceu a ideia do que tornou-se o "SP Metal I", onde nós entramos com duas músicas, "Cabeça Metal" e "Delírio Interestelar", que projetaram o Salário ainda mais".


Em 1985, ocorre uma mudança que atingiu a formação, o som, o visual e a produção da banda. A cozinha formada por Magoo e Beá foi substituída pelo baixista Thomaz Waldy e pelo baterista Nardes Lemme. Junior Muzilli recebe a parceria de um outro guitarrista, Arthur Crom. O som passou a tender ainda mais para o hard rock e o visual para o "glam".
O grupo seguiu em trajetória ascendente; a fama cresceu, o grupo começou a ser requisitado para programas radiofônicos e televisivos. Tamanha foi a exposição que, em 1986, China Lee recebeu um convite para protagonizar um comercial televisivo de uma popularíssima marca de xampú.
"Pois é! O sucesso que o Salário estava fazendo, proporcionou a nós, "peões" da Vila Maria, mas que tinham os show repletos de garotas, muitas oportunidades. Uma delas foi essa. Acho que chamava 'Heneé Maru', ou coisa assim. Eu tinha as imagens, mas perdi, uma pena", entristece-se o vocalista. Só que esta tristeza não durou quase nada. Nosso intrépido e solerte repórter, num exercício arqueológico digno de um Indiana Jones, chafurdou nos profundos e arenosos pântanos da internet e presenteou China Lee com o comercial do xampu "Maru Henna. Obvio; o Terreiro do Heavy Metal é conhecido pelo bom humor. Portanto", China Lee, nosso "hero of brazilian heavy metal"; tai o comercial, pra todo o mundo ver. China Lee completa: "O cachê foi legal". 


Enfim; a fase áurea da carreira do Salário Mínimo havia eclodido desde SP Metal I e seguia para o alto e avante. A memória de China Lee segue afiada: "A Baratos & Afins percebeu o sucesso do grupo e planejava lançar um álbum nosso, mas estava lançando muitos grupos, como os nossos amigos d'A Chave do Sol, do Harppia, Platina e outros; gravadoras "majors", também demonstraram interesse e, dentre elas, a RCA, que contatou o Luis".
Luis Carlos Calanca mete o bedelho na entrevista: "O Salário estava indo bem e a RCA oferecia boas condições para os meninos. Não tinha porque segurar. Liberei na hora".
China Lee também tem suas recordações: "Realmente; as gravadoras começaram a se interessar e fazer suas propostas. A RCA procurou o Calanca e ele liberou a gente, mostrando que queria mesmo era ver o crescimento do que ele havia lançado. Então, assinamos com a RCA, que ofereceu condições bem legais de gravação e oferecia um projeto de promoção, com muito rádio e TV. Aparecemos muito na imprensa especializada e um pouco na "comum". 
Em 1987, portanto, há 30 anos atrás, "Beijo Fatal" era lançado. Um bom álbum, com boas canções e uma produção boa para uma empresa que nunca havia trabalhado com música pesada antes, começou a fazer sucesso, com a faixa-título, "Jogos de Guerra", "Dama da Noite" e a regravação de "Rosa de Hiroshima", de mestre Vinicius de Moraes.

"O disco, segundo o relatório de vendas da RCA, vendeu 79.000 cópias, uma ótima vendagem para o primeiro álbum de uma banda", declara China Lee com humildade, mas o álbum teve relançamentos e continuou sendo vendido no decorrer dos anos. Por baixo, deve, hoje em dia, estar por volta de 140/150.000 cópias, o que garantiria ao grupo, no mínimo o Disco de Ouro, se o mundo fosse um lugar justo.
Acontece que, para ampliar ou manter o sucesso obtido é necessário que uma banda mantenha-se lançando álbuns, o que, infelizmente, não é o caso do Salário Mínimo. "O Salário é, realmente, uma banda de pouquíssimos discos, mas, os poucos que fizemos, fizemos o melhor qhe pudemos, daí vem uma parte de nosso sucesso, mas a nossa força, na verdade, vive nos shows", declara o cantor.

Assim sendo, o tempo foi passando, as aparições na mídia minguando, o público roqueiro mudando.
Em 1990, Junior Muzilli deixa o grupo. "Foi um baque! Continuamos por algum tempo como quarteto, mas, infelizmente, com o passar do tempo, decidimos encerrar as atividades do Salário. Não havia mais estímulo para continuar. Eu havia conhecido o Micka (N.R.: Ricardo Michaelis, ex-guitarrista do Santuário), que é um grande guitarrista e compositor e, como estavamos interessados em fazer um som similar, montamos o Extravaganza, que tinha um som mais puxado para o hard rock e, até mesmo para o AOR, sabe? Era um som que realmente nos agradava e trabalhamos duro por esta banda, fizemos muitos shows e lançamos um disco, "O Prazer é Seu", que, infelizmente acabou nao tendo o sucesso que nós esperavamos. Por fim, a banda acabou, mas restaram boas lembranças".

Com o fim do século XX o vocalista, que sempre ouvia insistentes pedidos do público pela volta da banda, começou a acalentar esta ideia. Tal objetivo foi atingido em 2004. "Juntei-me ao guitarrista Kenzo Shimabukulo e outros bons músicos e retomei a carreira do Salário Mínimo. Contamos com grandes músicos, como Marcelo Ladwig (bateria) e, depois, o Junior Muzilli voltou, estando conosco até hoje, junto com o guitarrista Daniel Beretta, o baixista Diego Lessa e o baterista Marcelo Campos, que substituiu Ladwig. Começamos a tocar em festivais do nível do Roça'n'Roll (Varginha/MG), A Quaresmada (Brasília/DF) e o Super Peso Brasil, por exemplo.
Em 2010 lançamos o álbum "Simplesmente Rock", que mostra o som do Salário de hoje (o repórter que vos escreve destaca a canção "Fatos Reais" deste álbum, mas o mesmo é todo bom). Em nossa carreira tivemos a honra de abrir shows para o Uriah Heep, o Scorpions, o Twisted Sister e o The Rods (banda de Dave Feinstein, primo de Dio) e aprendemos muito com estas oportunidades. Continuamos a fazer um bom número de shows por mês e pretendemos realizar o pedido dos fãs de lançar um novo álbum.


Nós, do Terreiro, também aguardamos este novo álbum ansiosamente.
Agradecemos à China Lee pelo bate-papo e homenageamos, com esta singela matéria a este cantor, de 52 anos de idade, pai da pequena Manuela, chamado China Lee e a este monstro sagrado do rock brasileiro chamado Salário Mínimo, pelos 40 anos dedicados ao Rock.
Matéria por Junior Costa


quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Banda brasileira, Monster Coyote, lança novo e pesado single "Swallowed By The Sea"


A banda brasileira de Sludge Metal, Monster Coyote, lançou recentemente o single "Swallowed By The Sea" (que na tradução literal significa "Engolido Pelo Mar"), a faixa vai fazer parte de seu novo álbum, ainda sem título e data para lançamento. Mais informações em breve.

Assista ao videoclipe:




quarta-feira, 7 de junho de 2017

Banda curitibana, Wild Child, lança nova e excelente música e anuncia disco novo


O Wild Child está de volta e com disco novo na bagagem nomeado de "The Long Walk". Não se sabe quando o disco irá sair exatamente, mas a arte de capa já foi revelada e uma nova faixa também!


Em 2015 o Wild Child lançou o complexo "Seven", um disco de Prog Rock com doses mínimas de Hard Rock. Em seu novo single, a banda já apresenta um som diferente. Uma mistura perfeita entre o Hard Rock de o Prog. As linhas de baixo é o que mais chamam atenção na faixa. Mas não se deve esquecer as excelentes performances nas 6 cordas e na bateria, além do envolvente trabalho feito por Erik, vocalista da banda. 

Confira:




domingo, 21 de maio de 2017

Quer conhecer uma banda foda ? Os cariocas do Blind Horse acabam de lançar seu primeiro disco, ouça!


A banda carioca Blind Horse acaba de lançar seu novo álbum "Patagônia" lançado através do selo Abraxas. O disco pode ser encontrado em diversos streaming como Deezer , Spotify e etc... O som do quarteto têm influências de Proto-Metal e Hard Rock. Deem uma força, Confiram! 



sábado, 20 de maio de 2017

The Last Station acaba de lançar a pedrada "F.F.F", sua nova música!


A banda brasileira de Hardcore, The Last Station, acaba de lançar sua nova faixa e videoclipe, confira "F.F.F" e está pesadíssimo! Mais informações em breve!

Confira:


quinta-feira, 18 de maio de 2017

Individual muda de formação e começa a gravar novo disco


A banda paulista Individual passou por mudanças em seu time e está pronta para entrar em estúdio.
Agora Carlos Deloss e Marco Aurélio seguem acompanhados do novo baterista Rodrigo dos Santos:

"Rodrigo foi baterista da banda de Deathcore Tudo Tem Seu Fim, por 4 anos. Ele toca instrumentos de percussão desde os 8 de idade e, com toda essa experiência, sua entrada dá início a um novo ciclo, incluindo o processo final de composição de nosso full length e sua gravação", declarou o guitarrista Carlos.

A banda também contará ainda com um segundo guitarrista (não divulgado) para as apresentações ao vivo.

Paralelamente ao trabalho de criação, a banda segue agendando shows, apresentando em palco seu Death Metal técnico ao lado de seu novo músico.

Ainda não foram divulgadas maiores informações sobre o álbum.

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Conheça o som da banda: